Ao ser questionado quais são os temas que me inspiram, ou apenas comentando sobre, sempre cito um pequeno fato. Mas verdade seja dita, o que me inspira de verdade não é o filme que eu alego que o faça. Acaba sendo apenas os meus reflexos de mundo, uma forma de tornar claro aquilo que eu sinto e penso.
Se for para criticar, principalmente sem sugerir melhorias, se for para ser arrogante, para se questionar como o mundo pode ser tão desprezível. Se for pra usar esta arte da dialética, esse costume de tecer comentários ácidos sobre as coisas banais, esta mania de estar sempre contra a maré, de ser contra todas as unanimidades. Tudo que eu escrevo, devo agradecer, em maior parte, àquela que me abriu os olhos ao criticismo.
Um beijo pra minha mãe, pra minha irmã e um especialmente pra você. Xuxa, eu te amo!